Na cadeira onde me sento, penso e teclo coisas que me vão na alma. Coisas que vou observando no dia a dia, que mexem comigo e com o meu Povo

Art. 13º, n.º 2 da Constituição
"Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual". É assim que conta na Constituição da nossa República.
15
Jan 14

 

Ruy de Carvalho

     Na minha cadeira de baloiço e já com 78 anos e depois de ter feito um percurso artístico e sentindo na pele as malfeitorias destes governos deparei na internet com uma declarações de um cidadão de corpo inteiro que li e reli e que vale a pena divulgar.

 

     Foi o caso deste texto de revolta do prestigiado actor Ruy de Carvalho que esclarece a sua decisão em manifestar a sua indignação depois de ter recebido uma carta das Finanças que o informa ter deixado de ser “Artista” para passar a ser “prestador de serviços”, deixando de ter os direitos conexos e de propriedade intelectual.

 

“Senhores Ministros:

 

Tenho 86 anos, e modéstia à parte, sempre honrei o meu país pela forma como o representei em todos os palcos, portugueses e estrangeiros, sem pedir nada em troca senão respeito, consideração, abertura – sobretudo aos novos talentos -, e seriedade na forma como o Estado encara o meu papel como cidadão e como artista.

 

Vivi a guerra de 36/40 com o mesmo cinto com que todos os portugueses apertaram as ilhargas. Sofri a mordaça de um regime que durante 48 anos reprimiu tudo o que era cultura e liberdade de um povo para o qual sempre tive o maior orgulho em trabalhar. Sofri como todos, os condicionamentos da descolonização. Vivi o 25 de Abril com uma esperança renovada, e alegrei-me pela conquista do voto, como se isso fosse um epítome libertador.


Subi aos palcos centenas, senão milhares de vezes, da forma que melhor sei, porque para tal muito trabalhei.

 

Continuei a votar, a despeito das mentiras que os políticos utilizaram para me afastar do Teatro Nacional. Contudo, voltei a esse teatro pelo respeito que o meu público me merece, muito embora já coxo pelo desencanto das políticas culturais de todos os partidos, sem excepção, porque todos vós sois cúmplices da acrescida miséria com que se tem pintado o panorama cultural português.

 

Hoje, para o Fisco, deixei de ser Actor…e comigo, todos os meus colegas Actores e restantes Artistas deste país – colegas que muito prezo e gostava de poder defender.

 

Tudo isto ao fim de setenta anos de carreira! É fascinante. Francamente, não sei para que servem as comendas, as medalhas e as Ordens, que de vez em quando me penduram ao peito?

 

Tenho 86 anos, volto a dizer, para que ninguém esqueça o meu direito a não ser incomodado pela raiva miudinha de um Ministério das Finanças, que insiste em afirmar, perante o silêncio do Primeiro-Ministro e os olhos baixos do Presidente da República, de que eu não sou actor, que não tenho direito aos benefícios fiscais, que estão consagrados na lei, e que o meu trabalho não pode ser considerado como propriedade intelectual.

 

Tenho pena de ter chegado a esta idade para assistir angustiado à rapina com que o fisco está a executar o músculo da cultura portuguesa.

 

 Estamos a reduzir tudo a zero… a zeros, dando cobertura a uma gigantesca transferência dos rendimentos de quem nada tem para os que têm cada vez mais.

 

É lamentável e vergonhoso que não haja um único político com honestidade suficiente para se demarcar desta estúpida cumplicidade entre a incompetência e a maldade de quem foi eleito com toda a boa vontade, para conscientemente delapidar a esperança e o arbítrio de quem, afinal de contas, já nem nas anedotas é o verdadeiro dono de Portugal: nós todos!

 

É infame que o Direito e a Jurisprudência Comunitárias sirvam só para sustentar pontualmente as mentiras e os joguinhos de poder dos responsáveis governamentais, cujo curriculum, até hoje, tem manifestamente dado pouca relevância ao contexto da evolução sociocultural do nosso povo. A cegueira dos senhores do poder afasta-me do voto, da confiança política, e mais grave ainda, da vontade de conviver com quem não me respeita e tem de mim a imagem de mais um velho, de alguém que se pode abusiva e irresponsavelmente tirar direitos e aumentar deveres.

 

É lamentável que o senhor Ministro das Finanças, não saiba o que são Direitos Conexos, e não queiram entender que um actor é sempre autor das suas interpretações – com direitos conexos, e que um intérprete e/ou executante não rege a vida dos outros por normas de Exel ou por ordens “superiores”, nem se esconde atrás de discursos catitas ou tiradas eleitoralistas para justificar o injustificável, institucionalizando o roubo, a falta de respeito como prática dos governos, de todos os governos, que, ao invés de procurarem a cumplicidade dos cidadãos, se servem da frieza tributária para fragilizar as esperanças e a honestidade de quem trabalha, de quem verdadeiramente trabalha.

 

Acima de tudo, Senhores Ministros, o que mais me agride, nem é o facto de os senhores prometerem resolver a coisa, e nada fazer, porque isso já é característica dos governos: o anunciar medidas e depois voltar atrás. Também não é o facto de pôr em dúvida a minha honestidade intelectual, embora isso me magoe de sobremaneira. É sobretudo o nojo pela forma como os seus serviços se dirigem aos contribuintes, tratando-nos como criminosos, ou potenciais delinquentes, sem olharem para trás, com uma arrogância autista que os leva a não verem que há um tempo para tudo, particularmente para serem educados com quem gera riqueza neste país, e naquilo que mais me toca em especial, que já é tempo de serem respeitadores da importância dos artistas, e que devem sê-lo sem medos e invejas desta nossa capacidade de combinar verdade cénica com artifício, que é no fundo esse nosso dom de criar, de ser co-autores, na forma, dos textos que representamos.

 

Permitam-me do alto dos meus 86 anos deixar-lhes um conselho: aproveitem e aprendam rapidamente, porque não tem muito tempo já. Aprendam que quando um povo se sacrifica pelo seu país, essa gente, é digna do maior respeito… porque quem não consegue respeitar, jamais será merecedor de respeito!

RUY DE CARVALHO”

 

Com a devida vénia ao grande actor Ruy de Carvalho não podia deixar de republicar o seu lamento para que mais gente saiba o que este governo anda a roubar aos homens que deram uma vida ao seu país.

Obrigado, desculpe e um grande abraço de amizade carinho e reconhecimento do seu trabalho como actor e como homem.

 

Nelson Camacho D'Magoito

publicado por nelson camacho às 05:50

25
Ago 13
protesto em lisboa frente Há embaixada da russia

De que é que a embaixada da Rússia em Portugal tem medo?

 

     Estava na minha cadeira de baloiço geminando um conto sobre um casal que derivados à crise instalada em Portugal são obrigados a divorciarem-se quando um amigo fotógrafo me telefonou com a última.

          - A Em baixada da Rússia tinha-o proibido de fotografar o seu edifício.

 

     Fiquei perplexo e quis saber mais pormenores. Julguei eu que esse meu amigo como é freelancer de fotografia, estaria a fazer um trabalho para apresentar em qualquer jornal, mas não.

     Naquele momento estava a dar-se uma acção de protesto por duas dezenas de pessoas frente à Embaixada da Federação Russa em Lisboa, mostrando repúdio pelo desrespeito a que estão a ser sujeitas as pessoas LGBT na Rússia, depois de promulgada uma lei que impede a “propaganda homossexual” naquele país.

 

     As forças da autoridade informaram os manifestantes que não era possível fotografar o edifício da embaixada e ter uma acção de protesto a decorrer naquele local.

 

     Este protesto desta sexta-feira surgiu a nível internacional de forma a ocorrer em simultâneo em várias cidades. Madrid, São Paulo, Brasilía, Rio de Janeiro são apenas alguns dos locais onde os protestos estão a decorrer no maior dos civismos não colidindo com as normas de países democráticos.

 

     A nova lei homologada na Rússia utiliza o termo “propaganda” é a forma como está a ser definida qualquer forma de visibilidade LGBT, seja ela um simples andar na rua de mão dada entre pessoas do mesmo sexo ou participar numa manifestação do Orgulho LGBT, entretanto proibidas naquele território. O incumprimento da lei pode levar ao pagamento de multas e detenções.

 

     A contestação perante tal lei é tem o repúdio de várias figuras públicas internacionais estão a abordar o tema, desde a actriz Tilda Ewinton ao presidente dos Estados Unidos, passando pelo protagonista da série Prision Break

 

     Com os Jogos Olímpicos já marcados neste país para 2014 está a decorrer Online ao qual me associo uma campanha de boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi. Esta campanha pretende que o evento não se realize neste local enquanto não estiverem assegurados os Direitos das pessoas LGBT naquele país. Outra forma de protesto está a ser o boicote aos patrocinadores mundiais desta iniciativa bem como aos produtos e serviços russos.

 

     Entretanto, várias associações e colectivos de defesa dos Direitos LGBT então a convocar para o dia 8 de Setembro uma nova manifestação no mesmo local, associando-se Lisboa a várias cidades mundiais pelo respeito dos Direitos Humanos na Rússia.

 

     Lembremo-nos que após a saída desta lei têm acontecido vários episódios de ataques violentos a cidadãos LGBT na Rússia, como o ataque brutal a uma pessoa transexual esta semana ou um jovem que morreu na sequência de uma emboscada perpetrada por neonazis.

 

     Em Portugal, um país democrático e que defende os Direitos Humanos de que é que a Embaixada da Rússia tem medo?

 

   Nelson Camacho D’Magoito

publicado por nelson camacho às 07:44
sinto-me:

22
Ago 13
Placido-Domingo e Andrea-Bocelli

Placido Domingo e Andrea Bocelii

Deu-nos uma lição de canto na Arena de Verona

 

      Há uns dois dias! Sentado na minha cadeira de baloiço inaugurei no meu salão um plasma de 1,200 metros e chorei! Pela grandiosidade do ecrã, parecia que estava lá misturado com aqueles milhares de pessoas. Chorei não pela inauguração do plasma. (também trabalhei para o ter) mas pela oferta que a RTP2 me proporcionou rever trechos de óperas em que de uma forma ou de outra participei. – No tempo em que ser artista se era comutado a pessoas de porte menos próprio para a sociedade de então. Tinha uma tia que acompanhando minha mãe às escondidas da família ia a São Carlos para me ver -. Mais tarde, tive a possibilidade e agradecendo a Nuno Braamcamp do Ritmos & Blues a participar em óperas que se realizaram algumas no Pavilhão Atlântico, embora somente como participante na figuração, pois já estava afastado dos palcos há mais de vinte anos.

     Se conto este meu pequeno momento da minha vida privada é porque me assiste o direito à revolta do que se passa na cultura em Portugal. Itália também tem os seus problemas económicos mas nunca tratam a cultura como coisa sem menos importância. Cem anos de ópera na Arena de Verona, foi a forma de a RAI apresentarem ao mundo um espectáculo único onde estiveram uma orquestra com mais de cento e cinquenta músicos. Mais! Entre figurantes e bailarinos, mais de duzentas figuras que acompanharam as mais bela áreas das mais belas óperas que se fizeram nestes cem anos na Arena de Verona. Para colmatar tudo isto, Plácido Domingo dirigiu a orquestra para acompanhar uma bela interpretação de Andrea Bocelli e depois todo aquele auditório com milhares de pessoa, em conjunto com os músicos aplaudiram de pé durante vários minutos estes grandes senhores do belo canto. Gostava de ver em Portugal um dos nossos conceituados cantores fazerem o mesmo.

Hoje chorei de saudade, de alegria por recordar velhos tempos e tristeza e raiva da forma como os nossos governantes olham a nossa cultura. Tivesse eu outra idade e me saísse o Euro Milhões pirava-me deste pais à beira mar plantado.

Parabéns Há RTP2. Valeu a pena a taxa de áudio visual que sou brigado a pagar na factura da EDP.

 

 

Nelson D'Magoito
publicado por nelson camacho às 21:04

24
Set 11

O Talk-Show do Nico

Um Stand-Up comedy que sabe a pouco

   

Ontem na nova grelha da RTP1 (televisão do estado) foi noite de reentrada de um programa de entretenimento o “Nico à Noite” tendo como é habito o Nicolau Breyner a dirigir este espaço televisivo. Já na época anterior eu tinha achado que qualquer coisa não estava bem naquele programa, no entanto, fiquei calado já que só pelo facto do Nicolau ter voltado à RTP já era uma mais-valia não só para a estação televisiva como para nós telespectadores.

Desta vez, tenho mesmo de fazer uma crítica pela minha voz o que vai na dos telespectadores que não o fazem, uns porque não sabem como, outros por respeito ao actor. Pois bem, é porque o 25 de Abril me deu a oportunidade de dizer o que me vai na alma e porque tenho o maior respeito pelo Nicolau Breyner enquanto actor, director de actores, empreendedor e homem. Conheço o Nicolau há mais de quarenta anos, tomei muitos copos com ele no saudoso Porão da Nau. Cheguei a cruzar-me com ele em alguns espectáculos. Éramos rapazes novos e andávamos atrás das coristas da época e sempre achei ser pessoa digna e do qual sou fã incondicional, mas agora, por todos os Deuses, o que é que se passa?

O “Nico à Noite” desta vez, continua na mesma sem novas ideias, até pelo contrário, é uma cópia do programa “ Herman 2011“ com a agravante de ter um conjunto musical que só ali está quase como corpo presente. Vamos aos factos:

- As anedotas são iguais a qualquer outro entertainer.

- As entrevistas, que seriam a mais-valia do programa, são curtas e sem grande interesse. “Se o tempo é curto, então aumentem o tempo, cortem nas anedotas ou tenham menos entrevistados”

- A orquestra, digo conjunto, só ali está para fazer separadores. Estou como o outro que dizia: um baterista chegava.

- Amigo Nicolau, tu que ainda tens uma voz de fazer inveja a qualquer destes novos cantores que nos entra casa dentro, porque não nos deleitas com pelo menos uma canção por programa, os telespectadores que te seguem ficariam gratos e até para justificar o que a RTP gasta com aqueles músicos.

- Eu sei que os músicos também precisam de ganhar, já basta actualmente estarem enlatados nos Playback para a maioria dos cantores da nova geração, mas para fazerem praticamente de corpo presente, acho pouco trabalho e dinheiro mal gasto.

- Certamente não terás toda a culpa, talvez por outras exigências do canal, mas por amor da Santa! Nicolau, és um actor/cantor com um palmarés e uma sabedoria que eras capas de fazer melhor. Copiar no pior sentido a quem deste a mão, está mal.

Um abraço e desculpa qualquer coisinha deste velho amigo que já não nos encontramos à mais de quarenta anos.

Aos senhores da RTP, que tenham juízo, pois Nicolau Breyner só há um e valorizar o trabalho de quem está vivo sempre é melhor que deitar lágrimas de crocodilo de pois de mortos. 

Para os menos atentos sobre esta coisa de artistas e se quiserem perder um pouco de tempo, que será ganhar, vou aqui deixar uma entrevista superiormente dirigida pelo Daniel Oliveira como já nos habituou em “Alta Definição”.

Vejam as três partes e deliciem-se com o entrevistado e entrevistador.

 

 

 

 
Tenho dito por agora e esopero que tenha gostado. Se não gostou, Olhe! Paciência
Nelson Camacho D’Magoito
 
 
 
 

 

 

publicado por nelson camacho às 12:16
sinto-me: Já estou com saudades
música que estou a ouvir: Senhor Feliz e Senhor Contente

22
Set 11
Uma nova Farmácia na Assafora

Lá recomeço com as minhas críticas e recomendações.

 

Depois da minha volta a estas bandas da net como não podia deixar de ser fui visitar alguns amigos e um deles mora na Assafora, aliás, localidade pacata e ordeira por enquanto, à qual já dediquei meu tempo nestes espaços de escrita e estão incertos em:

http://ocantodonelson.blogs.sapo.pt/16894.html

http://nacedeiramesento.blogs.sapo.pt/1682.html

http://nacedeiramesento.blogs.sapo.pt/2032.html

 

Enquanto estive ausente muitas pessoas me mandaram e-mails e sms’s e que só agora pude responder o que vou fazendo aos poucos pois são bastantes e como vou falar (escrever) sobre a Assafora aproveito para agradecer o último comentário que foi feito em 3 de Setembro de 2011 pela Mónica.

Pois é minha amiga O café Águias é de facto o único com condições de se estar pacatamente a tomar um café ou fazer uma petisqueira, principalmente durante a semana.

Os donos são simpáticos acolhedores e tolerantes perante uns ‘velhotes’ que por ali ficam tardes inteiras a jogar o dominó.

Com esta história de não se poder fumar em recintos fechados, eles, os donos, lançaram as mãos aos carcanhóis que têm no fundo da gaveta para uma velhice mais segura e fizeram um acrescente ao café tipo varanda fechada, que dá muito jeito para os fumadores e ainda por cima para os amantes da bola colocaram um ecrã gigante para gáudio dos seus clientes. Parabéns a eles.

Para que a Assafora ficasse mais in, alem de saber que algumas personalidades da música e da escrita arranjaram ali o seu local de veraneio para uns e repouso para outros, também agora foi instalada uma farmácia, ali mesmo no Largo Central, mesmo ao lado do Minipreço, que desde que mudou de gerência está a servir muito melhor a população. Esta farmácia é uma dependência da de outra do mesmo nome “Farmácia Marrazes” de Sintra, à qual, creio os assaforenses agradecerem.

Também à falta de uma, já temos duas caixas de Multi-Banco. Só é pena que de vez em quando estejam fora de serviço na sua totalidade “ou não há papel para os recibos ou não há dinheiro” e lá temos de ir a São João das Lampas como antigamente.

Quanto à Sociedade Filarmónica Assaforense é uma pena que não tenha mais actividades. Certamente os seus directores teen mais que fazer ou não sabem escolher as pessoas certas para os ajudarem a desenvolver as actividades que os assaforences mereciam. No outro dia estive lá e constatei que teem condições para mais do que fazem, eu só conhecia a sala de teatro onde há seis anos vi uma peça de amadores.

Por hoje tenho dito!

Vou voltar a sentar-me na cadeira de baloiço no meu quintal lendo as notícias que me interessam e ver os telejornais.

 

Nelson Camacho D’Magoito

publicado por nelson camacho às 20:51

24
Set 08

 

Desculpa, hoje falei de ti.

     Há coisas que não entendo, no entanto, estou sempre aberto a novas ideias, opiniões, gostos e situações.

     Hoje recebi entre a catadupa de e-mail diários, um do meu amigo Bicho acompanhado do seguinte solicitação:

- “Preciso de um favor teu, hoje recebi essa mensagem e gostava que fosse reenviada, lê baixinho: 'Jesus eu te adoro e preciso de ti, vem para dentro do meu coração agora'
Envia para 15 pessoas e terás um milagre essa noite.
obs: não ignore porque terás uma surpresa.”-

     Eu lembro-me de há uns anos atrasados ser este o sistema que muita gente que não tinha mais que fazer, proceder desta mesma forma mas por carta e no fim da mesma, para alem de dizerem que receberíamos uma surpresa ainda nos ameaçavam de se não o fizesse-mos iríamos ter um azar na vida.

     Meus amigos. Quanto a mim! Primeiro: Para que não acredita em bruxas e não pode com elas, acho estranho estas missivas. Segundo: Quando se promete uma surpresa (benesse) a coisa cheira-me a esturro. Terceiro: No caso das cartas, tinha-se era azar pois tenhamos a despesa da carta e respectivo selo vezes quinze. Quarto: Sendo este sistema actualmente utilizado na net via e-mail é um abuso de confiança.

     Como acho que a estrada da informação tecnológica não serve para isto é obvio que não vou mandar nenhum e-mail para os meus amigos ou desconhecidos no entanto deixo aqui o respectivo texto-oração, para vossa apreciação.

     No local da imagem alterei-a a meu gosto pois a original é de bastante mau gosto.

     Se tem opinião sobre este assunto, gostava de receber a vossa opinião. Desta me despeço, até ao próximo poste em qualquer dos meus blogues.

Nelson Camacho D’Magoito

JJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJ

Vamos à oração!...

“Desculpa,
sei que tu és uma pessoa muito especial mas,
hoje falei de ti...
É... foi até de propósito!!!
Eu estava a falar com DEUS quando resolvi falar de ti.

Eu pedi que ELE te cobrisse de protecção
e te fizesse muito FELIZ.
ELE disse para eu não me preocupar.

E ainda me pediu que eu te dissesse que ELE te ama muito
e vai fazer o possível,
e principalmente o impossível,
para nunca te ver triste.
Pediu-me ainda para te dizer que ELE sabe que ás vezes
vais pensar que ELE
não está do teu lado,
ou que irás questionar
o porquê de muitas coisas terem acontecido, ou
não terem acontecido na tua vida.
Mas que um dia irás olhar para trás e dizer:
Como DEUS faz as coisas certas,
hoje eu vejo que tudo é na hora certa e que ELE não falha…

Olha só quem veio comigo!!!
Ele quer te abençoar.”

 

Adão e Eva - Desenho de Tamara

 

Um abraço a todos e vá lá! Não tenham dedo de comentar estes meus desabafos que vou tendo quando na "cadeira me sento".

 

Nelson Camacho D'Magoito 

 

publicado por nelson camacho às 14:03
sinto-me:
música que estou a ouvir: Melodramma de Andrea Bocelli

15
Set 08

 

Em Setembro eu acerto o passo

 

     Nos bloges que por ai vou escrevendo umas coisas de acordo com o meu estado de espírito inserindo cada tema em cada blog próprio, já tive oportunidade de escrever sobre a rentrée politica e sobre as minhas férias, agora chegou a vez de vos falar de Setembro.

     Setembro é o mês do inicio de muitas coisas, são as rentrés politicas, é o regresso à escola, é o fim do verão, é o inicio de um novo amor que se encontrou nas férias, são o inicio dos grandes espectáculos, são as estreias dos filme laureados, é um novo livro a sair, é um novo disco com temas a espreitar a calma do inverno, é o refazer das contas até ao subsidio do Natal, é o repensar na vida no seu todos.

     É em Setembro que acertamos o passo para mais um ano de trabalho.

     É em Setembro que os dias começam a diminuir. O signo que rege este mês é da natureza da terra, talvez por isso, comece a ser frio e seco. As pessoas nascidas nesta constelação entre Vénus e Júpiter procurem viver para a ordem, planeando a vida, e sendo perfeccionistas, são também curiosos e com necessidade de ajudar o mundo. Bons amigos e atenciosos.

     Setembro é o fim de algumas frivolidades que vamos guardar numa caixinha de recordações, algumas vezes até as fechamos nos nossos corações mas é também o inicio de outras aventuras para que estamos guardados e não sabemos, talvez até a morte. Quem sabe?

Os dias ficam mais curtos e as noites mais longas para sonharmos com a felicidade que julgamos ter direito mas que não vem.

     É em Setembro que as instituições que regem o nosso país voltam ao trabalho e ficamos na esperança que tudo isto melhore.

     Acabem com a criminalidade que nos assalta a cada dia, que as reformas dos incapacitados sejam melhoradas, que acabem com as filas de espera para uma consulta ou uma operação, que os políticos não mintam mais e cumpram com o prometido, que acabem as guerras, a fome e com os imbecis que proliferam nos gabinetes do poder, que acabem com as barracas onde vivem seres humanos à laia de porcos, que acabem com a ideia que todos devem ser doutores, engenheiros, advogados, médicos, arquitectos e políticos. O país precisa de gente que trabalhe e não deixem que os imigrantes ocupem os nossos lugares.

     Porque razão é raro ver um português, na indústria hoteleira, nas oficinas, na construção civil, nas limpezas, será que todos querem ser doutores? Porque razão há milhares de desempregados a viver à conta do Fundo do Desemprego? Não será da política do Senhor Sócrates? O português não é calão, quando vai para o estrangeiro trabalha. Porque será? Será o nosso Fado?

     Em Setembro é o mês da mudança, vamos repensar no que fizemos e o que queremos para nós e para os nossos filhos.

     É tempo de mudança, arregacem as mangas e não esqueçam que há sempre uma luz ao fundo do túnel.

     Deixo-vos com um poema do meu amigo Fernando Tordo escrito em 1995 e incerto num CD “Calendáritordo” de 1997.

 

 

Setembro

 

Setembro é o que diz se vou a jogo ou passo

Setembro é carta

Setembro embaraço

em Setembro eu decido o que faço

em Setembro eu acerto o passo

com o tempo com a vida com o espaço.

 

Setembro é que diz se continuo ou paro

Setembro é o palpite

Setembro é o disparo

em Setembro é o escuro e o claro

em Setembro é que eu me deparo

com o incerto com o estranho com o raro.

 

altura de tudo repisar de não dizer de repensar

o que é profundo ou montanha

altura de querer construir e destruir e resistir

Setembro vontade tão estranha.

 

Setembro é que diz se ainda vale a pena

Setembro é poeta

Setembro é a cena

Setembro é que absolve ou condena

Setembro é inocência ou é pena

E a alma ou é grande ou é pequena.

 

» Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem sentir-se melhor e mais feliz.

(Teresa de Calcutá)

 

 

Nelson Camacho D’Magoito

 

publicado por nelson camacho às 03:43
sinto-me: com força para recomeçar
música que estou a ouvir: Setembro de Fernando Tordo

05
Set 08

     Hoje vou levantar-me da minha cadeira de baloiço onde penso vejo e revejo as coisas do dia a dia e vou à festa!

     Quero alertar os meus leitores e os KusKas que este post não tem qualquer sentido político mas sim a divulgação de uma festa que eu gosto e lá estarei conforme milhares de outros como eu. “Ser diferente não é defeito, por vezes até é virtude”Nelson Camacho.

     Festa rija como poucos são capazes de organizar, aliás já tive oportunidade de a publicitar em “Manuela Ferreira Leite, porque não te calas?”

     Mas vamos ao que interessa.

     Já lá vão 32 edições da FESTA do AVANTE que o PCP (Partido Comunista Português) organiza. (Avante foi o nome que foi dado em 1931 a um jornal, que no principio, era uma folha clandestina e que era distribuída também pelos estudantes. Eu chegai a distribui-lo na altura em que até era proibido aprender o Esperanto) bem, mas isso é outras histórias que um dia contarei. Agora o que efectivamente interessa é que durante três (3) dias vai haver festa da rija na Quinta da Atalaia.

     Começa hoje e abre as sua portas às 19:00 horas indo a festa até Domingo às 23:00.

     É a maior festa cultural e diversificada que se leva a efeito no nosso país, devendo-se a sua realização da capacidade dos militantes do PCP e da JCP – e seus amigos – numa estreita generosidade e de um imenso trabalho.

     Esperam-se como é costume milhares de visitantes crentes, simpatizantes e não simpatizantes pois a festa é de todos e para todos os portugueses.

     É uma Festa de amizade entre os povos e várias culturas

     Nesta Festa vamos ter: Desporto, exposições, gastronomia, artesanato, as novas tecnologias, a rádio, o teatro, a dança, os livros e os espectáculos dos mais diversos, dando como destaque no dia da abertura uma novidade ‘Grande Gala de Ópera’.

     Centenas de artistas abrangendo as mais variadas expressões musicais, estarão nos vários palcos, desde as populares às vanguardistas. Entre amadores e profissionais, aqui fica a sua lista.

     Nos entre tantos ainda vai haver espaço para homenagear o Senhor do “O Evangelho segundo Jesus Cristo” ou seja o nosso maior escritor da actualidade, José Saramago, assinalando a passagem do 10.º aniversário da atribuição do Prémio Nobel.

 

Os preços para estes dias são o seguinte:

Hoje:…………………….. 19,00 Euros

Amanhã:…………………. 23,00 Euros

Domingo:………………... 15,50 Euros

Entrada permanente:…... 27,00 Euros

 

 

 

Grande Gala de Ópera

The Coal Porters

André Cabaço

André Fernandes Quarteto

     com Mário Laginha

Blue Big Band (Brasil)

Big Band do Hot Clube de Portugal

Camané (a voz do Fado)

Da Weasel

David Binney – Quinteto

       com Mark Turner

Eneida Marta

Fado Morse

Faith Gospel Choir

Galandum Galundaina e

Toques do Caramulo

Grupo Moncada

Júlio Pereira

Júlio Resende Quarteto

Krissy Mathews Blues Band

Kumpania Algazarra

Mind da Gap

Mu

Navegante

Nuno Mindelis & Blue Bog Band

Pedro Jóia

Skalibans

Tabanka Djaz

Telectu com Jonas Runa e Steve Noble

Terrakota

Tucanas

Vieux Farka Touré

WrayGunn

X-Wife

Xaile

Xutos & Pontapés Rock & Roll Big Band

 

Diz-se que todos os caminhos vão dar a Roma. Pois para a Atalaia também é assim!

Os transportes possíveis de utilizar

De Autocarro

Lisboa – Cacilhas

Cacilhas - Atalaia

De Barco

Cais do Sodré - Cacilhas

Cais do Sodré – Seixal

De Comboio

Lisboa – Foros de Amora

Setúbal – Foros de Amora

De Carro próprio

Nas redondezas da festa há parques de estacionamento à borla

 

     Meus amigos, espero que este post sirva de alguma coisa, quanto mais não seja para lembrar que com um sorriso a gente vai lá.

     Eu vou lá estar olaré………….

 

 

Nelson Camacho D’Magoito

 

publicado por nelson camacho às 16:35
sinto-me: Livre
música que estou a ouvir: Moda do Entrudo de José Afonso

30
Ago 08

 

     Vocês sabem o que é uma cadeira de baloiço? Certamente já as viram em casa dos vossos avós ou nos filmes de cowboys. São aquelas cadeiras em madeira que baloiçam e quando nelas nos sentamos baloiçando-nos dá-nos uma sensação de paz. A nossa mente transporta-nos quando fechamos os olhos, para o infinito do nosso eu, recordando todo o nosso passado de coisas boas e outras más. Se estamos de olhos abertos e vendo alguma coisa, ficamos mais atentos, pois libertamo-nos de tudo o que nos rodeia e a atenção projecta-se na coisa.

     Quando tenho pachorra para ver televisão e porque quero estar mais atento, é nessa cadeira que me sento e tenho mais atenção. Foi o que aconteceu quando estava ver o programa “Chamar a música” na SIC que é soberbamente apresentado por Herman José. Gosto dele, das suas anedotas, das imitações e bonecos que faz assim como algumas bocas que vai apimentando aqui e alem. Gosto do artista, e pronto!

     Por duas ou três vezes durante o programa que o Herman lá foi dando uma “boca” a Ferreira Leite, fazendo alusão ao que a senhora tenha dito, ou seja “ que a homossexualidade é opção de cada um”.

     De princípio não apanhei mas depois mais atento lá via que era uma boca grande sobre o tema da homossexualidade. Quando acabou o programa fui à procura na net o que é que aquela senhora tinha dito nos últimos dias sobre o assunto. Encontrei!

 

Manuela Ferreira Leite contra casamento gay.

2 de Julho, 2008 as 10:47 | Em Presidência PSD |

A presidente do PSD é contra a equiparação entre casamentos e relações de pessoas de sexos diferentes e as uniões ‘gay’ para efeitos fiscais e outro tipo de regalias. Manuela Ferreira Leite admitiu estar “a fazer uma discriminação” e avançou que a família “tem por objectivo a procriação”

Para a líder do PSD, a sociedade protege a família

Manuela Ferreira Leite admitiu ontem discriminar as uniões homossexuais em relação às convencionais em termos fiscais e de outro tipo de regalias. Na sua primeira entrevista desde que tomou posse como presidente do PSD, Ferreira Leite quis confinar toda a conversa na TVI aos investimentos públicos, mas no fim acabou por surgir a novidade.

Questionada por Constança Cunha e Sá sobre o que pensava do casamento entre homossexuais, Manuela Ferreira Leite respondeu: “Eu não sou suficientemente retrógada para ser contra as ligações homossexuais. Aceito. São opções de cada um, é um problema de liberdade individual, sobre a qual não me pronuncio”.

Sem qualquer insistência nesta fase por parte da entrevistadora, que é editora de política nacional da estação de Queluz, Manuela Ferreira Leite resolveu ir mais longe. “Pronuncio-me, sim, sobre o tentar atribuir o mesmo estatuto àquilo que é uma relação de duas pessoas do mesmo sexo igualmente ao estatuto de pessoas de sexo diferente”.

A seguir, perante a insistência de Constança Cunha e Sá sobre se aquela posição não poderia significar uma discriminação, a presidente do PSD garantiu: “Admito que esteja a fazer uma discriminação porque é uma situação que não é igual. A sociedade está organizada e tem determinado tipo de privilégios, tem determinado tipo de regalias e de medidas fiscais no sentido de promover a família”. E a seguir especificou que essas medidas eram “no sentido de que a família tem por objectivo a procriação”. Visando os chamados casamentos gay, ainda fez um acrescento. “Chame-lhe o que quiser, não lhe chame é o mesmo nome. Uma coisa é o casamento, outra é outra coisa qualquer”, disse.

O outro ponto alto acabou também por só chegar no fim, com Ferreira Leite a afastar entendimentos com o PS, embora nunca especificando se a recusa serve para acordos pré ou pós-eleitorais. “Para a vida saudável de uma democracia não se pode esperar que seja aceitável que o projecto do País seja os dois partidos da alternância democrática estarem juntos”, afirmou. Segundo a nova presidente do PSD, “isso é absolutamente contra a vida saudável de uma democracia”.

Uma entrevista muito virada para a classe média e para o que chamou de “novos pobres”. Manuela Ferreira Leite pediu os estudos sobre projectos como o TGV e o novo aeroporto de Alcochete.

(fonte:Diário Notícias)

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     Muita coisa sobre este assunto já foi dito e escrito. Alguns comentários acertados outros um pouco xenófobos.

     Também algumas Associações que defendem, Gays, Bissexuais e Lésbicas, vieram dar o seu contributo contra essa infeliz entrevista da D. Manuela Ferreira Leite.

     No meio tudo isto, só lamento que tal senhora tenha sido colocada sabe Deus porque razões à frente de um Partido que tem andado um pouco com a candeia às avessas, não conheça a Lei de União de Facto de 2001 e vir dizer que: «uma coisa é casamento, outra coisa é qualquer outra coisa».

     Perdoai-lhe meu Deus que não sabe o que diz!

     Seria mais interessante tentar resolver a miséria a que o nosso povo está cada vez mais sujeito assim como os valores das reformas escandalosas que temos de viver, ou ainda resolver a situação da criminalidade a que o nosso país está sujeito e deixe os homossexuais em paz que não fazem mal a ninguém e até precisa dos seus votos.

     Sobre este assunto: “Casamento de homossexuais”, já tenho dado a minha opinião em vários locais - se ela serve para alguma coisa! Inclusive em “Diversidade na Igreja”.

     Na XVII Cimeira Ibero-americana, dedicada à coesão social, depois de Hugo Chaves, ter chamado Aznar de fascista o Rei Juan Carlos não gostou e mandou calar o presidente dizendo-lhe - «Por qué no te callas?» levando o monarca a abandonar a sala da cimeira, embora por alguns minutos.

     - Vamos nós portugueses que não concordamos com as bocas da Senhora Manuela Ferreira Leite na altura das eleições para o novo comando da governação, abandoná-la com as suas ideias retrógradas não lhe dando um voto sequer.

     Em nota final:

 

     Minha cara Manuela Ferreira Leite: Ser Gay Não é uma opção, mas Sim uma forma diferente de praticar o sexo e isso, pode acontecer a um seu familiar qualquer.

     Tenho dito……….

 

    Nelson Camacho D’Magoito

publicado por nelson camacho às 07:01
sinto-me: aliviado
música que estou a ouvir: Barco Negro

25
Jul 08

Farmácia ou Farma crespo?

 

     Cá estou eu novamente falando da minha querida Assafora, desta vez como penitência.

 

     Não penitência por culpa própria, mas porque fui enganado na publicitação genérica feita à partida pela tal Pharmácia (como eu gosto de escrever) que foi inaugurada há dias nesta Vila.

 

     Acontece que quando me dirigi ao tal estabelecimento com uma receita de um remédio que tomo permanentemente, devidamente abalizado por meu médico assistente, me foi recusado a sua venda. Só nessa altura é que reparei que não estava numa Pharmácia ou Farmácia, mas sim num espaço comercial igual ao que existe nos super mercados ou seja, é uma amostra de farmácia.

 

     Farmacresco é a designação comercial deste estabelecimento que utiliza o mesmo símbolo das farmácias, embora por baixo do seu nome diga “venda de medicamentos não sujeitos a receita médica”, informação que à partida, ninguém lê.

 

     Em face ao explicado, volto a traz com a opinião de que a Assafora está mais moderna o que lamento e peço desculpa aos meus leitores.

 

     Lá tenho eu e todos os residentes e veraneantes desta Vila de continuar a ir a São João das Lampas, à Terrugem ou ao Magoito para aviarmos uma receita de qualquer medicamento sujeito a prescrição médica e estes são a maioria

 

     Peço desculpa e penitencio-me pela informação mal dada.

     Outros interesses se “alivantam” como dizia a minha avó.

     Inté…………..

 

  

   Nelson Camacho D’Magoito

 

publicado por nelson camacho às 22:52
sinto-me: aliviado
música que estou a ouvir: Fado torto

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