Na cadeira onde me sento, penso e teclo coisas que me vão na alma. Coisas que vou observando no dia a dia, que mexem comigo e com o meu Povo

Art. 13º, n.º 2 da Constituição
"Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual". É assim que conta na Constituição da nossa República.
24
Set 11

O Talk-Show do Nico

Um Stand-Up comedy que sabe a pouco

   

Ontem na nova grelha da RTP1 (televisão do estado) foi noite de reentrada de um programa de entretenimento o “Nico à Noite” tendo como é habito o Nicolau Breyner a dirigir este espaço televisivo. Já na época anterior eu tinha achado que qualquer coisa não estava bem naquele programa, no entanto, fiquei calado já que só pelo facto do Nicolau ter voltado à RTP já era uma mais-valia não só para a estação televisiva como para nós telespectadores.

Desta vez, tenho mesmo de fazer uma crítica pela minha voz o que vai na dos telespectadores que não o fazem, uns porque não sabem como, outros por respeito ao actor. Pois bem, é porque o 25 de Abril me deu a oportunidade de dizer o que me vai na alma e porque tenho o maior respeito pelo Nicolau Breyner enquanto actor, director de actores, empreendedor e homem. Conheço o Nicolau há mais de quarenta anos, tomei muitos copos com ele no saudoso Porão da Nau. Cheguei a cruzar-me com ele em alguns espectáculos. Éramos rapazes novos e andávamos atrás das coristas da época e sempre achei ser pessoa digna e do qual sou fã incondicional, mas agora, por todos os Deuses, o que é que se passa?

O “Nico à Noite” desta vez, continua na mesma sem novas ideias, até pelo contrário, é uma cópia do programa “ Herman 2011“ com a agravante de ter um conjunto musical que só ali está quase como corpo presente. Vamos aos factos:

- As anedotas são iguais a qualquer outro entertainer.

- As entrevistas, que seriam a mais-valia do programa, são curtas e sem grande interesse. “Se o tempo é curto, então aumentem o tempo, cortem nas anedotas ou tenham menos entrevistados”

- A orquestra, digo conjunto, só ali está para fazer separadores. Estou como o outro que dizia: um baterista chegava.

- Amigo Nicolau, tu que ainda tens uma voz de fazer inveja a qualquer destes novos cantores que nos entra casa dentro, porque não nos deleitas com pelo menos uma canção por programa, os telespectadores que te seguem ficariam gratos e até para justificar o que a RTP gasta com aqueles músicos.

- Eu sei que os músicos também precisam de ganhar, já basta actualmente estarem enlatados nos Playback para a maioria dos cantores da nova geração, mas para fazerem praticamente de corpo presente, acho pouco trabalho e dinheiro mal gasto.

- Certamente não terás toda a culpa, talvez por outras exigências do canal, mas por amor da Santa! Nicolau, és um actor/cantor com um palmarés e uma sabedoria que eras capas de fazer melhor. Copiar no pior sentido a quem deste a mão, está mal.

Um abraço e desculpa qualquer coisinha deste velho amigo que já não nos encontramos à mais de quarenta anos.

Aos senhores da RTP, que tenham juízo, pois Nicolau Breyner só há um e valorizar o trabalho de quem está vivo sempre é melhor que deitar lágrimas de crocodilo de pois de mortos. 

Para os menos atentos sobre esta coisa de artistas e se quiserem perder um pouco de tempo, que será ganhar, vou aqui deixar uma entrevista superiormente dirigida pelo Daniel Oliveira como já nos habituou em “Alta Definição”.

Vejam as três partes e deliciem-se com o entrevistado e entrevistador.

 

 

 

 
Tenho dito por agora e esopero que tenha gostado. Se não gostou, Olhe! Paciência
Nelson Camacho D’Magoito
 
 
 
 

 

 

publicado por nelson camacho às 12:16
sinto-me: Já estou com saudades
música que estou a ouvir: Senhor Feliz e Senhor Contente

22
Set 11
Uma nova Farmácia na Assafora

Lá recomeço com as minhas críticas e recomendações.

 

Depois da minha volta a estas bandas da net como não podia deixar de ser fui visitar alguns amigos e um deles mora na Assafora, aliás, localidade pacata e ordeira por enquanto, à qual já dediquei meu tempo nestes espaços de escrita e estão incertos em:

http://ocantodonelson.blogs.sapo.pt/16894.html

http://nacedeiramesento.blogs.sapo.pt/1682.html

http://nacedeiramesento.blogs.sapo.pt/2032.html

 

Enquanto estive ausente muitas pessoas me mandaram e-mails e sms’s e que só agora pude responder o que vou fazendo aos poucos pois são bastantes e como vou falar (escrever) sobre a Assafora aproveito para agradecer o último comentário que foi feito em 3 de Setembro de 2011 pela Mónica.

Pois é minha amiga O café Águias é de facto o único com condições de se estar pacatamente a tomar um café ou fazer uma petisqueira, principalmente durante a semana.

Os donos são simpáticos acolhedores e tolerantes perante uns ‘velhotes’ que por ali ficam tardes inteiras a jogar o dominó.

Com esta história de não se poder fumar em recintos fechados, eles, os donos, lançaram as mãos aos carcanhóis que têm no fundo da gaveta para uma velhice mais segura e fizeram um acrescente ao café tipo varanda fechada, que dá muito jeito para os fumadores e ainda por cima para os amantes da bola colocaram um ecrã gigante para gáudio dos seus clientes. Parabéns a eles.

Para que a Assafora ficasse mais in, alem de saber que algumas personalidades da música e da escrita arranjaram ali o seu local de veraneio para uns e repouso para outros, também agora foi instalada uma farmácia, ali mesmo no Largo Central, mesmo ao lado do Minipreço, que desde que mudou de gerência está a servir muito melhor a população. Esta farmácia é uma dependência da de outra do mesmo nome “Farmácia Marrazes” de Sintra, à qual, creio os assaforenses agradecerem.

Também à falta de uma, já temos duas caixas de Multi-Banco. Só é pena que de vez em quando estejam fora de serviço na sua totalidade “ou não há papel para os recibos ou não há dinheiro” e lá temos de ir a São João das Lampas como antigamente.

Quanto à Sociedade Filarmónica Assaforense é uma pena que não tenha mais actividades. Certamente os seus directores teen mais que fazer ou não sabem escolher as pessoas certas para os ajudarem a desenvolver as actividades que os assaforences mereciam. No outro dia estive lá e constatei que teem condições para mais do que fazem, eu só conhecia a sala de teatro onde há seis anos vi uma peça de amadores.

Por hoje tenho dito!

Vou voltar a sentar-me na cadeira de baloiço no meu quintal lendo as notícias que me interessam e ver os telejornais.

 

Nelson Camacho D’Magoito

publicado por nelson camacho às 20:51

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